Tribulus Terrestris 250 mg + Rhodiola Rósea 150 mg + Mucuna 100 mg - Melhora resistência física e rendimento do trabalho

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Tribulus Terrestris (Tribullan) 250 mg com Rhodiola Rósea 150 mg com Mucuna 100 mg

Rhodiola Rosea é uma planta nativa da Sibéria ártica, internacionalmente conhecida como “Golden Root” ou “Raiz de Ouro”. Não é à toa que essa planta da família Crassulaceae recebeu esse título. Há séculos as raízes da Rhodiola têm sido usadas pelas culturas da Europa oriental e asiática para melhorar a resistência física e o rendimento de trabalho, a longevidade, a resistência a doenças provocadas por altas atitudes, e para tratar fadiga, depressão, anemia, impotência, indisposição gastrintestinal, infecções e desordens do sistema nervoso. O ponto comum de todas essas ações reside no seu potencial adaptogênico. Ervas adaptogênicas parecem possuir função bimodal de ação, determinando efeito estimulante ou sedativo dependendo da necessidade do indivíduo diante de uma situação particular. O intento terapêutico de um adaptógeno é promover uma ótima resposta para ambos, o stress interno e externo, e prevenir morbidades induzidas pelo stress.

Os componentes identificados até agora na Rhodiola rosea são:

Fenóis (salidroside e sua aglicona tirosol), Glicosídeos cinâmicos (rosina, rosavina e rosarina), Flavonóides glicosilados (gossypetin-7-O-L-rhamnopyranosídeo e rhodioflavonosídeo), Taninos, Ácido gálico e seus ésteres, Óleo essencial (os mais abundantes sendo n-Decanol, geraniol e 1,4-pmentadien-7-ol)

Propriedades e indicações

Apesar de abranger as mesmas propriedades farmacológicas dos adaptógenos, a “Raiz de Ouro” é mais eficaz no quesito melhora do desempenho mental, da memória e do aprendizado. Parece que todas as plantas adaptogênicas que exibem efeito estimulante com uma única dose (como é o caso da Rhodiola rosea) contêm quantidades relativamente elevadas de compostos fenólicos estruturalmente relacionados com as catecolaminas, que presumivelmente têm parte importante no sistema simpato-adrenal e no sistema nervoso central. Em contraste, plantas como o Panax ginseng, que contêm grandes quantidades de triterpenos tetracíclicos estruturalmente similares aos corticosteróides, revelam seus efeitos protetores contra o stress e de adaptação aos estressores depois de repetidas administrações por um período de uma a quatro semanas. 

Nestes casos, as substâncias ativas exercem papel-chave na regulação do sistema neuroendócrino e do sistema imunológico mediado pelo eixo hipotálamo-pituitária-adrenal. Outra propriedade tem sido sugerida para a “Raiz de Ouro”: a capacidade de regular significativamente a desordem do sono provocada por altas latitudes (altas latitudes têm o potencial de modificar o ciclo sono-vigília, descompassando-o dos outros ciclos circadianos), assim como a de melhorar a qualidade do sono em geral, sem produzir os efeitos negativos dos estimulantes sintéticos. Ela não provoca hipersonolência de rebote, não causa efeitos depressivos e não provoca dependência, tolerância nem abuso. Tendo sido uma das espécies mais intensamente estudadas, vale ressaltar também que os trabalhos farmacológicos e clínicos levados a cabo com a Rhodiola rosea têm fornecido fortes evidências de que ela exerce atividade biológica sem quaisquer níveis de toxicidade detectáveis. Resultados de investigações anti-cancer in vivo em camundongos e ratos ainda sugerem elevada efetividade terapêutica para a Rhodiola rosea no campo da oncologia. Sabe-se até agora que ela é capaz de reagir contra os tumores de Ehrlich, B16 e de Levis, reforçar a atividade da ciclofosfamida e reduzir a sua hepatotoxicidade, bem como reforçar a atividade da adriamicina. 

Mas, pouco se sabe sobre seu mecanismo de ação anti-câncer. Acredita-se que a Rhodiola produz uma reação anti-mutagênica que reduz o número de cromossomos aberrantes e micronúcleos depois do tratamento in vivo com ciclofosfamida. Ela também provou inibir a síntese rápida de DNA mediada pelo N-nitroso-N-metilurea e as mutações mediadas pelo 2,7-diamino-4,9-dioxo-5,10-dioxi-4,5,9,10-tetrahidro-4,9-diazapreina (DDDTDP), etidinebromida, benzoperona, benzinidine e metais pesados. No estudo de Majewska et al (2006), a Rhodiola ainda foi capaz de induzir inibição mitótica em células HL-60 e reduzir sua sobrevida por meio da aceleração da programação da morte celular. A inibição da divisão celular foi precedida pela acumulação de células na prófase. Isto levou à indução de apoptose e necrose, segundo os autores, e a uma marcada redução na sobrevida das células HL-60 tratadas. As células passaram à apoptose a partir da fase G2/M do ciclo celular. Concentrações altas e baixas do extrato produziram diferentes efeitos sobre as células neste estudo.

Estudos

O efeito de uma dose única de um extrato líquido de Rhodiola rosea no desempenho mental de 85 homens e mulheres (20 a 28 anos) reduziu consideravelmente o número de erros cometidos num teste de múltipla escolha comparado com o placebo. A faixa de dose eficaz reduziu o número de erros numa média de 46%. Uma dose efetiva do extrato produziu pronunciado efeito estimulante de 4 horas ou mais. Num estudo complementar, o efeito do salidroside (um composto fenólico isolado da Rhodiola) foi altamente comparável ao do extrato. Outra investigação realizada em 82 voluntários encontrou que doses do extrato da Rhodiola rosea versus doses de 1mg, 5mg, 10mg e 20mg de tirosol puro (outro componente ativo da classe dos fenóis encontrado na Rhodiola)melhoraram a qualidade do desempenho dos participantes em memorizar parágrafos de texto, reduzindo a percentagem de erros em aproximadamente 29% a 35% quando comparados com o controle. As preparações também aumentaram o que os autores chamaram de “volume” da memória curta (representado pelo número de parágrafos lembrados), embora não tivessem produzido efeito sobre o tempo levado para a correção da tarefa.

Indicações:

- Aumenta a produtividade
- Aumenta a longevidade
- Melhora a memória
- Diminui a fadiga
- Auxilia aumentar o apetite sexual
- Efeito estimulante

Tribulus Terrestris é um fitohormônio natural que atua no organismo melhorando os níveis de testosterona e atualmente está se mostrando muito eficaz no tratamento da impotência sexual (frequência e força das ereções), falta de libido (masculina ou feminina), recuperação da atividade sexual e no aumento de massa muscular, além de ser um agente eficaz contra a insônia.

Estudos clínicos têm mostrado que com o Tribulus Terrestris auxiliam no combate da disfunção eretil, tem efeitos positivos não somente na força física e resistência, como também na função sexual, na densidade mineral óssea, metabolismo e nos níveis de imunidade. Por isso, é também muito indicado para idosos com problemas como artrite, artrose, fraqueza muscular e fadiga crônica.

Com níveis mais altos de testosterona em nosso sangue, é possível obter um maior anabolismo muscular, obtendo maior definição do músculo e aumentando consideravelmente a massa magra com o Tribulus.Pode aumentar ainda a contagem de espermatozóides, bem como a sua motilidade, podendo, por isso, ser um auxiliar precioso para tratar a infertilidade.

Possui significante atividade diurética e inibe a formação de pedras nos rins, bem como atua em casos de fosfatúria, doenças genito-urinárias como disúria, gonorréia, cistite crônica, desordens urinárias, incontinência urinária, gota, e também em desordens uterinas pós parto.

Indicações:

- Melhora os níveis de testosterona;
- Aumenta a massa muscular;
- Tônico Energético;
- Frigidez sexual;
- Recuperação da atividade sexual;
- Aumento da libido em ambos os sexos;
- Aumento da Disposição Física e Mental;
- Aumento do Apetite Sexual;
- Efeitos positivos sobre a função erétil ;
- Redução dos níveis de colesterol;
- Melhora a Impotência;
- Estimulação do sistema imunológico;
- Cardiotônico;
- Estimula crescimento de melanócitos;
- Alivia espasmos da musculatura lisa;
- Na esterilidade ovariana na menopausa natural e induzida;
- Estimula ovogênese, benefícios na síndrome pós- menopausa.

Mucuna Pruriens: A Mucuna é indicado para tratamento da doença de Parkinson. L-Dopa sozinha tem pouco efeito farmacológico, subseqüentemente ela é convertida a dopamina; assim ingestão de L-Dopa resulta em significante elevação dos níveis de dopamina. A maioria dos efeitos colaterais surge diretamente da atividade de dopamina como um neurotransmissor envolvendo a regulação do coração, sistema vascular, trato digestivo e sistema excretor (Dollery, 1999 apud Tebbett).

PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

Aproximadamente 33% de uma administração de dose oral de L-Dopa tem sido absorvida no trato gastro intestinal, primariamente no jejuno e pequeno intestino. Picos de concentração plasmática ocorrerão dentro de 1-3 horas com níveis que podem variar entre indivíduos. A maioria de L-Dopa absorvida será convertida a dopamina na periferia (do corpo excluindo o cérebro) via ação da enzima L-aromaticaAtualmente no tratamento da doença de Parkinson L-Dopa está entre a droga mais prescrita num regime de droga com um inibidor (geralmente carbidopa ou benserazide) periférico de descarboxilase para prevenir perda de L-Dopa de pelo metabolismo de LAAD que começa na mucosa intestinal. A presença de um inibidor aumenta a quantidade de L-Dopa disponível ao cérebro de 75 a 80% (Jankovic and Caine, 1987 aput, The Chemistry) assim diminuindo a dosagem necessária para alcançar um efeito terapêutico. Níveis de tratamento para Parkinson tipicamente variam no começo entre doses de 0,25 g a doses de manutenção de 1-3 g por dia quando um inibidor é usado, ou até 8 g de L-Dopa por dia na ausência de um inibidor (Dollery, 1999; Moffat, 1986; Sparatto and Woods, 1996 aput.The Chemistry). aminoácido descarboxilase (LAAD). Menos que 1% da dose administrada realmente entrará o cérebro onde será convertido a dopamina no gânglio basal. Além de dopamina, L-Dopa periférico também será metabolizada a melanina, norepinefrina, 3-methoxitiramina, metildopa, entre outros. Os metabólicos são rapidamente excretados pela urina, aproximadamente 80% da dose administrada terá que ser excretada dentro de 24 horas e < 1% ficará inalterado. 

Atualmente no tratamento da doença de Parkinson L-Dopa está entre a droga mais prescrita num regime de droga com um inibidor (geralmente carbidopa ou benserazide) periférico de descarboxilase para prevenir perda de L-Dopa de pelo metabolismo de LAAD que começa na mucosa intestinal. A presença de um inibidor aumenta a quantidade de L-Dopa disponível ao cérebro de 75 a 80% (Jankovic and Caine, 1987 aput, The Chemistry) assim diminuindo a dosagem necessária para alcançar um efeito terapêutico. Níveis de tratamento para Parkinson tipicamente variam no começo entre doses de 0,25 g a doses de manutenção de 1-3 g por dia quando um inibidor é usado, ou até 8 g de L-Dopa por dia na ausência de um inibidor (Dollery, 1999; Moffat, 1986; Sparatto and Woods, 1996 aput.The Chemistry).

Indicação:

- Energético e restaurador físico e psicológico
- Melhora a memória e a concentração
- Fortalece o sistema imunológico
- Regula o ciclo menstrual e aumenta a fertilidade
- Reduz os sintomas da TPM e da menopausa;
- Não engorda
- Desinteresse sexual
- Melhora a resistência física
- Aumenta a produtividade
- Aumenta a longevidade
- Diminui a fadiga
- Efeito estimulante

Referências:

1. Seely, D and Rana, S. Adaptogenic Potential of a Polyherbal Natural HealthProduct: Report on a Longitudinal Clinical Trial. eCAM, 4 (3): 375-380, 2007.
2. Ponassian, A. and Wagner, H. Stimulating Effect of Adaptogens: An Overview with Particular Reference to their Efficacy following Single Dose Administration. Phytother Res, 19: 819-838, 2005.
3. Rohloff, J. Volatiles from rhizomes of Rhodiola rosea L. Phytochem, 59: 655-661, 2002.
4. Ming, D. S. et al. Bioactive Compounds from Rhodiola rosea(Crassulaceae).Phytother Res, 19: 740-743, 2005.
5. Walker, T. B and Robergs, R. A. Does Rhodiola Rosea Possess Ergogenic Properties? Int J Sport Nutr E Metab, 16: 305-315, 2006.
6. Majewska, A. et al. Antiproliferative and antimitotic effect, S phase
accumulation and induction of apoptosis and necrosis after treatment of extract from Rhodiola rosea rhizomes on HL-60 cells. J Ethnopharmacol, 103: 43-52,2006.
7. Kormosh, N. et al. Effect of a Combination of Extract from Several Plants on Cell-mediated and Humoral Immunity of Patients with Advanced Ovarian Cancer. Phytother Res, 20: 424-425, 2006.
8. Tokunaga, S et al. Effect of Valerian Extract Preparation (BIM) on the Sleep-Wake Cycle in Rats. Biol Pharm Bull, 30 (2): 363-366, 2007.
9. Kobayashi, K. et al. Screening of Mongolian Plants for Influence on Amylase Activity in Mouse Plasma and Gastrointestinal Tube. Biol Pharm Bull, 26: (7)1045-1048, 2003.
10.http://en.wikipedia.org/wiki/Rhodiola
11.http://www.quitsmoking.com/info/articles/igr/rhodiola-rosea.htm (RR01)
12. Vademecum fitos e revista Isto É, junho de 2001 pág. 103.
13. Santha Kiumari et al. IND. Jour. Med. Res. July 1967;55;73.Anand et al., Indian J. Pharmacol., 1989; 21:74.
14. The Whealth of Asia. 
15. Fitoterapia – VadeMecum de Prescripción – Plantas medicinales – 3º ed. 1999.
16. BATISTUZZO, J.A.O., ITAYA, M., ETO, Y. Formulário Medico Farmacêutico. 3ed, São Paulo: Pharmabooks, 2006.
17. CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984;
18. Beans For Prkinson´s Disease (www.parkinsos.org 28/02/07 16:00 hrs);
19. Journal Neurosurg Psychiatry. 2004;
20. The phytochemistry, toxicology, and food potencial of velvetbean;
21. The Chemistry and Toxicity of Mucuna Species.

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