Tribulus Terrestris 180 Cápsulas + Mucuna + Ginseng 180 Cápsulas + Catuaba + Marapuama + Gengibre + Guaraná 180 Cápsulas - 540 Cápsulas - Estimulante físico, mental e sexual

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Tribulus Terrestris (Tribullan) 180 Cápsulas com Mucuna com Ginseng 180 Cápsulas com Catuaba com Marapuama com Gengibre com Guaraná 180 Cápsulas

Tribulus Terrestris é um fitohormônio natural que atua no organismo melhorando os níveis de testosterona e atualmente está se mostrando muito eficaz no tratamento da impotência sexual (frequência e força das ereções), falta de libido (masculina ou feminina), recuperação da atividade sexual e no aumento de massa muscular, além de ser um agente eficaz contra a insônia.

Estudos clínicos têm mostrado que com o Tribulus Terrestris auxiliam no combate da disfunção eretil, tem efeitos positivos não somente na força física e resistência, como também na função sexual, na densidade mineral óssea, metabolismo e nos níveis de imunidade. Por isso, é também muito indicado para idosos com problemas como artrite, artrose, fraqueza muscular e fadiga crônica.

Com níveis mais altos de testosterona em nosso sangue, é possível obter um maior anabolismo muscular, obtendo maior definição do músculo e aumentando consideravelmente a massa magra com o Tribulus.Pode aumentar ainda a contagem de espermatozóides, bem como a sua motilidade, podendo, por isso, ser um auxiliar precioso para tratar a infertilidade.

Possui significante atividade diurética e inibe a formação de pedras nos rins, bem como atua em casos de fosfatúria, doenças genito-urinárias como disúria, gonorréia, cistite crônica, desordens urinárias, incontinência urinária, gota, e também em desordens uterinas pós parto.

Indicações:

- Melhora os níveis de testosterona;
- Aumenta a massa muscular;
- Tônico Energético;
- Frigidez sexual;
- Recuperação da atividade sexual;
- Aumento da libido em ambos os sexos;
- Aumento da Disposição Física e Mental;
- Aumento do Apetite Sexual;
- Efeitos positivos sobre a função erétil ;
- Redução dos níveis de colesterol;
- Melhora a Impotência;
- Estimulação do sistema imunológico;
- Cardiotônico;
- Estimula crescimento de melanócitos;
- Alivia espasmos da musculatura lisa;
- Na esterilidade ovariana na menopausa natural e induzida;
- Estimula ovogênese, benefícios na síndrome pós- menopausa.

Mucuna Pruriens: A Mucuna é indicado para tratamento da doença de Parkinson. L-Dopa sozinha tem pouco efeito farmacológico, subseqüentemente ela é convertida a dopamina; assim ingestão de L-Dopa resulta em significante elevação dos níveis de dopamina. A maioria dos efeitos colaterais surge diretamente da atividade de dopamina como um neurotransmissor envolvendo a regulação do coração, sistema vascular, trato digestivo e sistema excretor (Dollery, 1999 apud Tebbett).

PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

Aproximadamente 33% de uma administração de dose oral de L-Dopa tem sido absorvida no trato gastro intestinal, primariamente no jejuno e pequeno intestino. Picos de concentração plasmática ocorrerão dentro de 1-3 horas com níveis que podem variar entre indivíduos. A maioria de L-Dopa absorvida será convertida a dopamina na periferia (do corpo excluindo o cérebro) via ação da enzima L-aromaticaAtualmente no tratamento da doença de Parkinson L-Dopa está entre a droga mais prescrita num regime de droga com um inibidor (geralmente carbidopa ou benserazide) periférico de descarboxilase para prevenir perda de L-Dopa de pelo metabolismo de LAAD que começa na mucosa intestinal. A presença de um inibidor aumenta a quantidade de L-Dopa disponível ao cérebro de 75 a 80% (Jankovic and Caine, 1987 aput, The Chemistry) assim diminuindo a dosagem necessária para alcançar um efeito terapêutico. Níveis de tratamento para Parkinson tipicamente variam no começo entre doses de 0,25 g a doses de manutenção de 1-3 g por dia quando um inibidor é usado, ou até 8 g de L-Dopa por dia na ausência de um inibidor (Dollery, 1999; Moffat, 1986; Sparatto and Woods, 1996 aput.The Chemistry). aminoácido descarboxilase (LAAD). Menos que 1% da dose administrada realmente entrará o cérebro onde será convertido a dopamina no gânglio basal. Além de dopamina, L-Dopa periférico também será metabolizada a melanina, norepinefrina, 3-methoxitiramina, metildopa, entre outros. Os metabólicos são rapidamente excretados pela urina, aproximadamente 80% da dose administrada terá que ser excretada dentro de 24 horas e < 1% ficará inalterado. 

Atualmente no tratamento da doença de Parkinson L-Dopa está entre a droga mais prescrita num regime de droga com um inibidor (geralmente carbidopa ou benserazide) periférico de descarboxilase para prevenir perda de L-Dopa de pelo metabolismo de LAAD que começa na mucosa intestinal. A presença de um inibidor aumenta a quantidade de L-Dopa disponível ao cérebro de 75 a 80% (Jankovic and Caine, 1987 aput, The Chemistry) assim diminuindo a dosagem necessária para alcançar um efeito terapêutico. Níveis de tratamento para Parkinson tipicamente variam no começo entre doses de 0,25 g a doses de manutenção de 1-3 g por dia quando um inibidor é usado, ou até 8 g de L-Dopa por dia na ausência de um inibidor (Dollery, 1999; Moffat, 1986; Sparatto and Woods, 1996 aput.The Chemistry).

Indicação:

- Energético e restaurador físico e psicológico
- Melhora a memória e a concentração
- Fortalece o sistema imunológico
- Regula o ciclo menstrual e aumenta a fertilidade
- Reduz os sintomas da TPM e da menopausa;
- Não engorda
- Desinteresse sexual
- Melhora a resistência física
- Aumenta a produtividade
- Aumenta a longevidade
- Diminui a fadiga
- Efeito estimulante

Ginseng: Originário da região da China, Manchúria e Coréia do Norte, o Ginseng é uma das plantas mais conhecidas pelos povos orientais sendo utilizada na China há mais de 3000 anos como uma planta estimulante, reconstituinte, geradora de vitalidade, conhecido como elixir da longa vida. Sua designação vulgar deriva do chinês renshen, que quer dizer “homem-raiz”, devido a forma de sua raiz delgada.

É uma planta herbácea caracterizada por ter um crescimento lento e uma altura de 30-70 cm, com pequenas e numerosas flores com uma ou duas sementes por fruto. Folhas em forma de palma, de raiz fusiforme ou cilíndrica, dividida ordinariamente em dois ramos, amarelado no exterior, branco ou amarelo no interior; cheiro aromático, sabor amargo, acre e ao mesmo tempo açucarado, medindo cerca de 5-12 cm e chegando a 1 m quando é arrancada com a idade de 10 anos.

As raízes do Ginseng têm sido consideradas desde meados da década de 60 como uma planta adaptógena. Este conceito implica que seus componentes ativos não estão destinados a combater uma doença especifica, mas dirigidos a aumentar ou potencializar a capacidade de defesa de um organismo frente a agressores externos ou de ordem físico ou mental.

Indicação

- Estimulante sexual
- Aumento da disposição fisíca
- Aumento da disposição mental
- Melhora do sistema imunológico

Contra-Indicação

Caso tenha descrito a Síndrome de abuso por Ginseng conhecido como GAS (Ginseng Abuse Syndrome) na qual apresenta hipertensão artéria, estado de agitação como insônia.
 
Catuaba: São atribuídas diversas espécies ao nome Catuaba. A espécie Erythroxylum catuaba A. J. da Silva (Erythroxylaceae), foi descrita em 1906, num trabalho de tese de doutoramento em medicina, no qual o autor forneceu uma figura da planta como objeto de sua avaliação. Porém, a Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil (1926) adotou como Catuaba às raízes da espécie Anemopaegma mirandum (Chamisso) Aph. DC., espécie comercializada na região sul brasileira. Como a droga vegetal é obtida da raiz, é necessário que haja a contínua reposição desta, incentivando o replantio. No entanto, isto não foi feito e culminou numa dificuldade no fornecimento e elevado custo. Associado a esse aspecto está o fato da não demonstração da atividade afrodisíaca, como reputada popularmente em dois estudos farmacológicos. O resultado dessa associação culminou na diminuição do uso da espécie Anemopaegma mirandum e a procura de outras espécies com propriedades afrodisíacas. Desta forma, apareceram outras espécies de famílias diferentes e que são conhecidas e utilizadas como Catuaba. Descobriu-se na verificação da situação de mercado da Catuaba que sempre se referiu o emprego da espécie Erythroxylum catuaba A.J. da Silva. Entretanto, esta espécie não existe, pois ao se avaliar a figura constante na tese de doutoramento de A. J. da Silva, em 1906, que na verdade trata-se de uma espécie da família Meliaceae, nada levando a crer uma espécie da família Erythroxylaceae. 

Assim, chegou-se à espécie Trichilia catigua Adr. Juss., a qual é uma árvore de 10 metros de altura, apresentando ramos novos, pubescentes, que se tornam glabros com a idade. As folhas são compostas, com 5 a 7 folíolos, curto-pedicelados, oblongo-elípticos, ápice acuminado, irregularmente agudos na base. As flores são branco-amareladas. A casca apresenta forma plana e levemente encurvada. A superfície externa é de cor acinzentada, variando de tons claros e escuros, com aspecto grosseiramente granuloso; apresenta lenticelas circulares pequenas e fendas longitudinais curtas e superficiais; a superfície externa é avermelhada, com fibras finamente estriadas longitudinalmente; a fratura é externamente granulosa e internamente fibrosa, o odor não é característico e sabor é fortemente amargo (Revista Racine, 1998).

Marapuama: Marapuama é uma planta nativa da região da floresta amazônica, há muito tempo conhecida e utilizada por índios nativos brasileiros. A árvore de marapuama pode chegar até 5 metros de altura, suas folhas são verdes, oblongas e suas flores são numerosas, pequenas, de coloração branca com perfume que lembra o jasmim. A marapuama é considerada um afrodisíaco natural, aumentando a libido. Na Europa é comum o uso dessa planta para casos de disenteria. A marapuama também é recomendada para casos de stress, fadiga, depressão e perda de memória. No Brasil, existem pesquisas sendo realizadas com extrato de marapuama e Catuaba para uso em estética no combate à celulite. Num estudo clínico, homens que usaram marapuama tiveram um número significativamente maior de relações sexuais que outro grupo que ingeriu placebo. Ela atua muito mais no cérebro melhorando a libido. Estudos feitos na UFRGS mostraram que a marapuama também tem ação antidepressiva e ajuda na memória, por seus efeitos facilitadores dos estímulos cerebrais. Conhecidas por seus efeitos afrodisíacos, a catuaba (Erythroxylum catuaba) e a marapuama também podem ser usadas juntas no tratamento estético na melhora da celulite. 

Segundo pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, um extrato que associa as duas plantas possui propriedades que colaboram com a drenagem linfática e a microcirculação cutânea, fatores que influenciam no aparecimento das deformidades estéticas. É considerada uma planta adaptógena, isto é, fortalece as defesas do organismo, melhora o funcionamento do cérebro e dá energia extra, pois tem ação tônica e revigorante. Utilizada pelos índios como excitante do sistema nervoso central e por sua ação antidepressiva e afrodisíaca, a marapuama é uma árvore típica da região Amazônica. A planta teve seus efeitos testados clinicamente em seres humanos e os resultados confirmaram sua atuação como estimulante da libido

Guaraná: é um estimulante, que aumenta a resistência nos esforços mentais e musculares, diminui a fadiga motora e psíquica. Por meio da cafeína que possui, o guaraná produz maior rapidez e clareza do pensamento, retarda a fadiga e não tonifica o coração.

Gengibre: O Gengibre e constituído de 0,25 – 3,3% de óleo essencial, monoterpenos e serquiterpenos, 4 – 7,5% de princípios picantes como gingeróis e shogaols e outros constituintes como 40 – 60% de amido, acido fosfatidico, lecitina, vitaminas e minerais. O gengibre possui como ativo o gingerol, que juntamente com seus derivados exercem efeitos inibitórios na síntese de prostaglandinas e leucotrienos através da supressão das enzimas prostaglandinas sintase e da 5-lipoxigenase. O 6-Gingerol e capaz de inibir a produção de prostaglandinas E2 e da interleucina 1<,influenciando a resposta imunologica especifica mediata, podendo ser utilizado em doenças autoimunes e inflamações cronicas. Gengibre aumenta a saliva, bem como as secreções gástricas uteis na falta de apetite e absorção de nutrientes e portanto, estimula a digestão, sendo particularmente util em sub–ácidos gástricos. O gengibre contem enzimas, mais efetivas do que as do mamão, que melhoram a ação da vesícula biliar ao mesmo tempo protegem o figado contra toxinas. 

O gengibre aumenta o tonus da musculatura e melhora o peristaltismo no intestino humano. gengibre e eficaz no auxilio a perda de peso por proporcionar efeito termogenico ao organismo. Os oleos essenciais do gengibre produzem calor ativando a circulação e otimizando a queima calorica. A termogenese corresponde a energia na forma de calor gerada ao nível dos tecidos vivos. Os termogenicos consomem maior quantidade de energia e calor do organismo, acelerando o metabolismo, aumentando assim a queima de gordura. A atividade antioxidante de gengibre se deve a presença de seus ativos gingerois, gingeronas e shogaois, sendo os gingerois o principal componente ativo identificado. Náuseas e vômitos são respostas complexas que podem ocorrer independentemente, mas ambos envolvem uma via do sistema nervoso central a partir da area postrema e zona de gatilho quimiorreceptora na medula oblongata. Uma vez ativada, a resposta gastrointestinal geralmente ocorre em hipotonicidade, hipoperistaltismo, hiposecrecao, diminuicao da motilidade do intestino delgado e ejecao do conteudo do estomago e intestino delgado. Gengibre e considerado anti-emetico devido sua ação farmacologica de seus principios pungentes (Gingerois e shagaols) e oleos volateis (monoterpenos e sesquiterpenos). Gengibre atua no trato gastrointestinal, aumentando o peristaltismo, evitando assim efeitos colaterais no sistema nervoso causado pela maioria dos antiemeticos.

Ação antiinflamatória: Estudos In Vivo demonstraram que o extrato aquoso de gengibre a quente inibiu as atividades da ciclooxigenase e lipoxigenase no acido araquidonico. Os efeitosm antiinflamatórios se devem a diminuição na formação de prostaglandinas e leucotrienos. Estes efeitos também foram detectados na diminuição do edema da pata de ratos com administracao oral de extratos de gengibre. Também, foram isolados dois diterpenos dialdeidos do extrato de gengibre que inibem a 5-lipoxigenase humana In Vitro. O rizoma de gengibre produziu efeito antiinflamatório em ratos albinos com inflamação aguda e subaguda e demonstraram que os compostos de gengibre administrados em ratos tem efeito comparável a aspirina.

Ação antioxidante: Foi desenvolvido um estudo onde foi utilizado óleo de soja refinado, sem adição de antioxidantes sintéticos e através do extrato seco de gengibre obtido um extrato etanolico de gengibre. A atividade antioxidante foi determinada utilizando-se o método do radical livre DPPH (2,2-difenil-1-picril-hidrazila), descrito por Mensor et al. Foi preparada uma solução etanolica com concentra de 1 mg/ml de extrato de gengibre. A cada amostra desta solução (2,5 ml) foi adicionado 1 ml de solução de DPPH (0,3 mM) em diferentes concentrações (125, 100, 50, 25 e 10 Mg/ml). Após 30 minutos de reação a absorbância foi lida a 518 nm e convertida em porcentagem de atividade antioxidante (AA) usando a formula AA (%) = 100-{[(Abs amostra- Abs branco ) x 100] / Abs controle }. Um controle foi feito com 2,5 mL de etanol e 1 mL de DPPH (controle negativo) e um branco foi realizado para o extrato (2,5 mL) e 1 mL de etanol, para todas as concentrações. O extrato de gengibre foi aplicado ao óleo de soja em diferentes concentrações (0, 500, 1000, 1500, 2000 e 2500 mg / kg) com objetivo de avalia-lo quanto a sua estabilidade oxidativa. A concentração de extrato etanolico de gengibre considerada de maior eficiência contra a oxidação lipidica foi aquela que apresentou maior período de indução em horas. Como resultado foi possível observar que o valor de EC50 obtido por regressão linear, para o extrato de gengibre, mostrou elevado coeficiente de determinação, que foi R2 = 0,9908. Os valores de atividade antioxidante máxima e EC50 atingidos pelo extrato de gengibre foram de 79,1% e 45,6 Mg/ml, respectivamente.

Referências:

1. Seely, D and Rana, S. Adaptogenic Potential of a Polyherbal Natural HealthProduct: Report on a Longitudinal Clinical Trial. eCAM, 4 (3): 375-380, 2007.
2. Ponassian, A. and Wagner, H. Stimulating Effect of Adaptogens: An Overview with Particular Reference to their Efficacy following Single Dose Administration. Phytother Res, 19: 819-838, 2005.
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5. Walker, T. B and Robergs, R. A. Does Rhodiola Rosea Possess Ergogenic Properties? Int J Sport Nutr E Metab, 16: 305-315, 2006.
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7. Kormosh, N. et al. Effect of a Combination of Extract from Several Plants on Cell-mediated and Humoral Immunity of Patients with Advanced Ovarian Cancer. Phytother Res, 20: 424-425, 2006.
8. Tokunaga, S et al. Effect of Valerian Extract Preparation (BIM) on the Sleep-Wake Cycle in Rats. Biol Pharm Bull, 30 (2): 363-366, 2007.
9. Kobayashi, K. et al. Screening of Mongolian Plants for Influence on Amylase Activity in Mouse Plasma and Gastrointestinal Tube. Biol Pharm Bull, 26: (7)1045-1048, 2003.
10.http://en.wikipedia.org/wiki/Rhodiola
11.http://www.quitsmoking.com/info/articles/igr/rhodiola-rosea.htm (RR01)
12. Vademecum fitos e revista Isto É, junho de 2001 pág. 103.
13. Santha Kiumari et al. IND. Jour. Med. Res. July 1967;55;73.Anand et al., Indian J. Pharmacol., 1989; 21:74.
14. The Whealth of Asia. 
15. Fitoterapia – VadeMecum de Prescripción – Plantas medicinales – 3º ed. 1999.
16. BATISTUZZO, J.A.O., ITAYA, M., ETO, Y. Formulário Medico Farmacêutico. 3ed, São Paulo: Pharmabooks, 2006.
17. CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984;
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19. Journal Neurosurg Psychiatry. 2004;
20. The phytochemistry, toxicology, and food potencial of velvetbean;
21. The Chemistry and Toxicity of Mucuna Species.

22. ALONSO, J.R., Tratado de Fitomedicina.Isis Ediciones. 1998.
23. POLUNIN, M.; ROBBINS, C., A Farmácia Natural. Editora Civilização. 1992.
24. PR VADEMECUM DE PRECRIPCIÓN DE PLANTAS MEDICINALES (CD-ROM). 3º edição. 1998.
25. READER’S DIGEST Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais. 1º edição. 1983
26. SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia da Planta ao Medicamento. 1999.
27. SOARES, A. D. Dicionário de Medicamentos Homeopáticos. Santos Livraria Editora. 2000.

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