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Tribulus com Ginseng com Marapuama com Catuaba - 60 Cápsulas

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Tribulus com Ginseng com Marapuama com Catuaba



Tribulus Terrestris é um fitohormônio natural que atua no organismo melhorando os níveis de testosterona e atualmente está se mostrando muito eficaz no tratamento da impotência sexual (frequência e força das ereções), falta de libido (masculina ou feminina), recuperação da atividade sexual e no aumento de massa muscular, além de ser um agente eficaz contra a insônia. Estudos clínicos têm mostrado que com o Tribulus Terrestris o aumento dos níveis de testosterona tem efeitos positivos não somente na força física e resistência, como também na função sexual, na densidade mineral óssea, metabolismo e nos níveis de imunidade.

Por isso, é também muito indicado para idosos com problemas como artrite, artrose, fraqueza muscular e fadiga crônica. Com níveis mais altos de testosterona em nosso sangue, é possível obter um maior anabolismo muscular, obtendo maior definição do músculo e aumentando consideravelmente a massa magra com o Tribulus. Pode aumentar ainda a contagem de espermatozóides, bem como a sua mortalidade, podendo, por isso, ser um auxiliar precioso para tratar a infertilidade. Possui significante atividade diurética e inibe a formação de pedras nos rins, bem como atua em casos de fosfatúria, doenças genito-urinárias como disúria, gonorréia, cistite crônica, desordens urinárias, incontinência urinária, gota, e também em desordens uterinas após parto.

O Ginseng é originário da região da China, Manchúria e Coréia do Norte, é uma das plantas mais conhecidas pelos povos orientais sendo utilizada na China há mais de 3000 anos como uma planta estimulante, reconstituinte, geradora de vitalidade, conhecido como elixir da longa vida. Sua designação vulgar deriva do chinês renshen, que quer dizer “homem-raiz”, devido a forma de sua raiz delgada. É uma planta herbácea caracterizada por ter um crescimento lento e uma altura de 30-70 cm, com pequenas e numerosas flores com uma ou duas sementes por fruto. Folhas em forma de palma, de raiz fusiforme ou cilíndrica, dividida ordinariamente em dois ramos, amarelado no exterior, branco ou amarelo no interior; cheiro aromático, sabor amargo, acre e ao mesmo tempo açucarado, medindo cerca de 5-12 cm e chegando a 1 m quando é arrancada com a idade de 10 anos. As raízes do Ginseng têm sido consideradas desde meados da década de 60 como uma planta adaptógena. Este conceito implica que seus componentes ativos não estão destinados a combater uma doença especifica, mas dirigidos a aumentar ou potencializar a capacidade de defesa de um organismo frente a agressores externos ou de ordem físico ou mental.

A Marapuama é uma planta nativa da região da floresta amazônica, há muito tempo conhecida e utilizada por índios nativos brasileiros. A árvore de marapuama pode chegar até 5 metros de altura, suas folhas são verdes, oblongas e suas flores são numerosas, pequenas, de coloração branca com perfume que lembra o jasmim. A marapuama é considerada um afrodisíaco natural, aumentando a libido. Na Europa é comum o uso dessa planta para casos de disenteria. A marapuama também é recomendada para casos de stress, fadiga, depressão e perda de memória. No Brasil, existem pesquisas sendo realizadas com extrato de marapuama e Catuaba para uso em estética no combate à celulite. Num estudo clínico, homens que usaram marapuama tiveram um número significativamente maior de relações sexuais que outro grupo que ingeriu placebo. Ela atua muito mais no cérebro melhorando a libido. Estudos feitos na UFRGS mostraram que a marapuama também tem ação antidepressiva e ajuda na memória, por seus efeitos facilitadores dos estímulos cerebrais. Conhecidas por seus efeitos afrodisíacos, a catuaba (Erythroxylum catuaba) e a marapuama também podem ser usadas juntas no tratamento estético na melhora da celulite.

Segundo pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, um extrato que associa as duas plantas possui propriedades que colaboram com a drenagem linfática e a microcirculação cutânea, fatores que influenciam no aparecimento das deformidades estéticas. É considerada uma planta adaptógena, isto é, fortalece as defesas do organismo, melhora o funcionamento do cérebro e dá energia extra, pois tem ação tônica e revigorante. Utilizada pelos índios como excitante do sistema nervoso central e por sua ação antidepressiva e afrodisíaca, a marapuama é uma árvore típica da região Amazônica. A planta teve seus efeitos testados clinicamente em seres humanos e os resultados confirmaram sua atuação como estimulante da libido.

Catuaba:. São atribuídas diversas espécies ao nome Catuaba. A espécie Erythroxylum catuaba A. J. da Silva (Erythroxylaceae), foi descrita em 1906, num trabalho de tese de doutoramento em medicina, no qual o autor forneceu uma figura da planta como objeto de sua avaliação. Porém, a Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil (1926) adotou como Catuaba às raízes da espécie Anemopaegma mirandum (Chamisso) Aph. DC., espécie comercializada na região sul brasileira. Como a droga vegetal é obtida da raiz, é necessário que haja a contínua reposição desta, incentivando o replantio. No entanto, isto não foi feito e culminou numa dificuldade no fornecimento e elevado custo. Associado a esse aspecto está o fato da não demonstração da atividade afrodisíaca, como reputada popularmente em dois estudos farmacológicos. O resultado dessa associação culminou na diminuição do uso da espécie Anemopaegma mirandum e a procura de outras espécies com propriedades afrodisíacas. Desta forma, apareceram outras espécies de famílias diferentes e que são conhecidas e utilizadas como Catuaba. Descobriu-se na verificação da situação de mercado da Catuaba que sempre se referiu o emprego da espécie Erythroxylum catuaba A.J. da Silva. Entretanto, esta espécie não existe, pois ao se avaliar a figura constante na tese de doutoramento de A. J. da Silva, em 1906, que na verdade trata-se de uma espécie da família Meliaceae, nada levando a crer uma espécie da família Erythroxylaceae.

Assim, chegou-se à espécie Trichilia catigua Adr. Juss., a qual é uma árvore de 10 metros de altura, apresentando ramos novos, pubescentes, que se tornam glabros com a idade. As folhas são compostas, com 5 a 7 folíolos, curto-pedicelados, oblongo-elípticos, ápice acuminado, irregularmente agudos na base. As flores são branco-amareladas. A casca apresenta forma plana e levemente encurvada. A superfície externa é de cor acinzentada, variando de tons claros e escuros, com aspecto grosseiramente granuloso; apresenta lenticelas circulares pequenas e fendas longitudinais curtas e superficiais; a superfície externa é avermelhada, com fibras finamente estriadas longitudinalmente; a fratura é externamente granulosa e internamente fibrosa, o odor não é característico e sabor é fortemente amargo (Revista Racine, 1998).

Descrição

Uma triagem química da espécie Trichilia catigua Adr. Juss. verificou a presença de Taninos; Saponinas e Esteróides, com princípios ativos presentes nesta planta. O Extrato Micronizado da Catuaba deverá apresentar no mínimo 4% de taninos totais.

Propriedades

Um estudo realizado aqui no Brasil sobre os efeitos propiciados pelo composto denominado Catuama (que inclui Paullinia cupana, Trichilia catigua (Catuaba), Zingiber officinalis e Ptychopetalum olacoides) foram investigados nos corpos cavernosos de coelhos, usando um bioensaio cascata. Catuama causou breves relaxamentos dosesdependentes (11% +/- 7%, 26% +/- 5% e 82% +/- 9% em doses de 1, 3 e 10mg, respectivamente). Com relação ao extrato de Trichilia catigua (Catuaba) este evocou relaxamento prolongado o qual foi seguido por um curto efeito contrátil (Antunes, E. et al, 2001).

Indicações:

- Melhora os níveis de testosterona
- Aumento a disposição fisíca
- Tônico Energético
- Melhora das ereções
- Frigidez sexual
- Recuperação da atividade sexual
- Controle da ansiedade
- Aumento da libido em ambos os sexos
- Aumento da Disposição Física e Mental
- Aumento do Apetite Sexual
- Efeitos positivos sobre a função erétil
- Redução dos níveis de colesterol
- Melhora da Impotência

Bibliografia:

BATISTUZZO, J.A.O.; ITAYA, M.; ETO, Yukiko. Formulário Médico Farmacêutico, 2ª edição, São Paulo, Tecnopress, 2002.
Baile,L H The Standard Cyclopedia of Horticulture. New York, Macmilian, 1942.
Bown, Deni. Encyclopedia of Herbs & their Uses. Londres, Dorling Kindersley,1996.
Chevallier, A The Encyclopedia of Medicinal Plants. Londres, Dorling Kindersley, 1996.
TESKE, M.; TRENTINI, A M.M. Herbarium – Compêndio de Fitoterapia, 3ºedição revisada, Curitiba.
Siqueira IR. Contribuição ao estudo etnofarmacológico de Ptychopetalum olacoides Bentham (Marapuama): Propriedades
psicofarmacológicas. Porto Alegre, Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas - Fisiologia), UFRGS, 1997.
ALBINO, R. Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil. 1926.
ANTUNES E, et al. The relaxation of isolated rabbit corpus cavernosum by the herbal medicine Catuama and its constituents. Department of Pharmacology, Faculty of Medical Sciences, UNICAMP. Phytotherapy Research, August, 15 (5): 416-421, 2001.
FERREIRA, O.A. Aspectos críticos na manipulação de fototerápicos na forma de cápsulas e comprimidos para uso oral apud Revista Afarmag, nº 35 Jan Fev 2002.
MARQUES, L.C. Contribuição ao Esclarecimento da Identidade Botânica da Droga Vegetal Catuaba, Revista Racine, nº 43, Mar-Abr 1998.

Venda sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico de acordo com a Resolução 585/2013 do Conselho de Farmácia.

Tribulus com Ginseng com Marapuama com Catuaba

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