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2. *Imagens meramente ilustrativas.*
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4. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto.
5. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
6. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido.
7. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.
8. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
9. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
10. Este medicamento não deve ser utilizado por menores de 18 anos sem orientação médica.
11. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
12. O uso do medicamento durante o período de amamentação também não é recomendado.
13. Sugerimos que consulte seu médico para mais esclarecimentos.
14. Diabéticos, pessoas com problema cardíaco, dores de cabeça, problemas de tiróides, pressão alta, depressão, próstata aumentada, glaucoma ou com condições psiquiátricas devem consultar o médico antes de tomar esse produto.
15. "SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO"

Prescrição escrita de medicamento controlados, contendo orientação de uso para o paciente, efetuada por profissional legalmente habilitado, quer seja de formulação magistral ou de produto industrializado só é liberada mediante retenção de receita. Conforme Portaria n.º 344, de 12 de maio de 1998.

O estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário à informação e orientação quanto ao uso dos medicamentos solicitados por acesso remoto" RDC 44 de 17 de agosto de 2009, Artigo 58.

A manipulação de medicamentos controlados só poderá ser dispensada mediante a retenção da receita original e substâncias alopáticas mediante a sua apresentação prescrita por profissional legalmente habilitado, conforme portaria 344/98 e RDC 67/07
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Pomada de Arnica - 30 Gramas

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Pomada de Arnica



Planta de crescimento vigoroso e persistente em pastagens, beira de estradas e terrenos baldios em todo o sul e sudeste do Brasil, onde é considerada planta daninha. É também cultivada em hortas medicinais caseiras, inclusive na região Nordeste do país. Suas flores são apícolas. Apesar de não terem sido, ainda, comprovadas cientificamente a eficácia e a segurança do uso desta planta, sua utilização vem sendo feita com base na tradição popular, de maneira crescente. São atribuídas às suas preparações caseiras qualidades de medicação amarga, estomáquica, adstringente, cicatrizante e vulnerária, isto é, curativa de feridas e chagas. Por ser considerada tóxica, seu uso interno só deve ser feito com estrita indicação e acompanhamento médico. É empregada externamente no tratamento de ferimentos, escoriações, traumatismos e contusões em substituição à arnicaverdadeira (Arnica montana). Na medicina veterinária suas inflorescências secas são queimadas para o tratamento de uma doença bacteriana que afeta os cavalos e, é caracterizada pela inchação dos gânglios no pescoço. Para uso humano, é mais frequente seu emprego por via tópica, isto é, externamente, como primeiro tratamento de traumatismos e contusões, pela aplicação direta sobre a área afetada com auxílio de um pedaço de algodão ou compressas embebidas na tintura ou maceração em álcool de suas folhas e rizomas.

Estudos científico tiveram como resultado que a arnica, utilizada no tratamento de golpes, contusões, hematomas, distensões, edema, dor, combate à fadiga e ferimentos em geral, exibe ação analgésica, anti-inflamatória e cicatrizante. Sua aplicação vem sendo feita na forma tópica ou de tintura obtida de extratos das flores e outras partes da planta. Essas propriedades parecem estar relacionadas com um componente denominado de flavonoides que podem interferir nas propriedades funcionais em células de mamíferos, tais como mastócito, basófilo, linfócitos, mioblastos e plaquetas.

Estudos evidenciaram atividades biológicas, tais como:

- A atividade antimicrobiana da espécie vegetal foi avaliada, sendo que o extrato hidroalcoólico apresentou forte atividade contra S. aureus e o óleo essencial apresentou atividade contra Cândida.
- A atividade antioxidante da espécie parece estar relacionada com os flavonoides presentes, entre eles a quercetina.

Atividades Farmacológicas:

Os estudos farmacológicos encontrados descrevem principalmente a ação anti-inflamatória e analgésica dos extratos de S. microglossa. O trabalho científico demonstrou através de um estudo pré-clínico em camundongos, que o extrato aquoso e as frações isoladas de Solidago microglossa inibiram os mediadores pró-inflamatórios liberados na inflamação pela carragenina e a infiltração de leucócitos para o sítio de inflamação, comprovando desta forma uma importante atividade anti-inflamatória. Outro modelo para estudo da atividade anti-inflamatória desta espécie verificou que as frações butanólicas e aquosas são efetivas na inibição dos parâmetros inflamatórios no modelo de pleurisia induzida por diferentes agentes flogísticos, sendo que o mecanismo de ação anti-inflamatório parece estar relacionado à inibição de enzimas (mieloperoxidase e adenosinadeaminase), citocinas (TNFá e IL-1â), bem como de mediadores pró-inflamatórios (óxido nítrico, bradicinina, histamina e substância P).

INDICAÇÕES:

- Ação Anti-Inflamatória

Referências:

1. LORENZI, Harri; ABREU MATOS, F.J. Plantas Medicinais no Brasil Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum, 2ª Edição, Nova Odessa – SP - Brasil, 2008.
2. SMOLAREK, F.S.F.; NUNES, P.M.P.; CANSIAN, F.C.; et al.. Abordagem fitoquímica e das Atividades biológicas da espécie vegetal Solidago microglossa D.C.. Visão Acadêmica, Curitiba, v.10, n.1, 2009.
3. PRUDÊNCIO, Rúlia. Levantamento etnofarmacológico de Solidago chilensis Meyen. “Arnica Brasileira” (Asteraceae). Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, Criciúma –SC, 2012.
4. MARTINS, M.D.; MARQUES, M.M.; BUSSADORI, S.K.. Citotoxicidade in vitro de extratos de arnica brasileira ( Solidago microglossa) e arnica paulista (Porophyllum ruderale). ConScientiae Saúde, v.8, 2009.

Venda sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico de acordo com a Resolução 585/2013 do Conselho de Farmácia.

Pomada de Arnica

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