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Manga Africana - I. Gabonensis (Manga Africana) 500mg - 3 Frascos - 60 Cápsulas cada Frasco

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Manga Africana - I. Gabonensis (Manga Africana) 500mg - 3 Frascos



Ayslim ou Extrato de Manga Africana consiste do extrato das sementes de uma árvore natural da África e do suleste asiático, chamada Irvingia gabonensis, algumas vezes conhecida pelo nome popular de wild mango, African mango ou bush mango. Estudos epidemiológicos realizados em populações tribais da África descobriram que os povos de certa região apresentavam baixa incidência de obesidade, diabetes e doenças relacionadas devido ao uso constante de uma pasta feita das sementes da Irvingia com a finalidade de espessar sopas. Esta descoberta levou ao desenvolvimento de um extrato concentrado de Irvingia que reduz medidas pela queima de gordura ao mesmo tempo em que controla a deslipidemia, reduzindo o colesterol LDL e triglicerídeos e melhorando os níveis do colesterol HDL, assim como reduz os níveis de glicose no sangue.

Mecanismo de ação e estudos científicos:

Mais de um mecanismo de ação tem sido proposto para explicar os benefícios da I.gabonensis para o organismo. Ngondi et al (2006) avaliaram os efeitos de três preparados diferentes das sementes da Irvingia - a saber, sementes brutas, sementes sem ácidos graxos e a fração protéica não purificada - sobre os níveis de glicose sanguíneos e o peso corporal de ratos normoglicêmicos alimentados com manteiga de karité. As três formas das sementes reduziram simultaneamente os níveis de glicose e o peso corporal dos animais de modo significativo, o efeito máximo tendo sido observado com as sementes sem ácidos graxos. Os autores acreditam que o maior conteúdo de fibras e de proteínas contidas nas sementes sem ácidos graxos podem ter provocado um atraso no esvaziamento estomacal dos animais, levando a uma absorção mais gradual de açúcar alimentar e diminuindo a elevação da glicemia. Além disto, as fibras presentes nas sementes podem ter acrescentado volume à dieta, o que tendeu a reduzir a ingestão de alimento, o consumo de calorias e o peso corporal em longo prazo.

Os níveis de glicose e o peso corporal dos ratos também foram reduzidos com a administração da fração protéica das sementes da Irvingia, supostamente devido à presença de anti-amilases protéicas, na opinião da equipe de Ngondi. Por outro lado, o efeito estimulador da secreção de insulina pode ser outra explicação possível para os resultados observados com as proteínas das sementes da I.gabonensis neste estudo. Os autores notaram que a fração protéica produziu as menores variações na carga pós-prandial dos animais.

Outro estudo do mesmo autor corroborou com esses achados em humanos (Ngondi et al, 2005). A administração oral da I. gabonensis foi capaz de reduzir significativamente o peso corporal de indivíduos obesos numa média de 2,91±1,48% em duas semanas e 5,26±2,37% em um mês, em contraste com a média de redução do grupo placebo de 1,32±0,41% e 2,23±1,05%, respectivamente. Este estudo duplo-cego, cruzado e placebo controlado envolveu um total de 40 sujeitos obesos com idade entre 19 e 55 anos, que consumiram um extrato bruto das sementes de I. gabonensis ou farelo de aveia (placebo) com um copo de água morna meia hora antes das refeições. Os voluntários permaneceram sob dieta normocalórica ao longo do estudo.

Os indivíduos tomando I. gabonensis também apresentaram os componentes lipídicos do sangue significativamente reduzidos. A concentração do colesterol total plasmático foi reduzida em 39,21%, do triglicerídeo foi reduzida em 44,90% e do LDL em 45,58% no grupo que recebeu a planta. Isto foi acompanhado de um aumento significativo de 46,85% no colesterol HDL. As taxas de colesterol total/HDL e de glicose sanguínea também foram reduzidas. Nenhuma alteração significativa foi observada no grupo placebo. Os autores explicaram que as fibras solúveis da I. gabonensis são capazes de aumentar de volume no intestino e provocar efeito laxativo, o que pode ter contribuído com os resultados. Eles também reafirmaram a capacidade das ditas fibras em retardar o esvaziamento gástrico, uma propriedade que pode ter sido responsável pela absorção gradual de açúcar e a subsequente diminuição dos níveis glicêmicos.

As fibras solúveis da Irvingia também são capazes de se ligar aos ácidos biliares no intestino e eliminá-los junto com o bolo fecal, o que exige do organismo a conversão de colesterol em novos ácidos biliares. Ngondi e colaboradores (2005) acreditam que isto tenha auxiliado na redução do colesterol e de outros lipídeos sanguíneos dos participantes2. Considerando a extensa utilização da Irvingia gabonensis na alimentação dos africanos, os autores encorajaram o seu uso com o propósito de controlar a absorção de lipídeos da dieta e o peso corporal. Oben et al (2008) foram mais além e descobriram que um extrato patenteado da I. gabonensis (IGOB131) é capaz de inibir os adipócitos 3T3-L1 de camundongos, amplamente utilizados como modelo de diferenciação de adipócitos e da biologia da gordura. Segundo os autores, o efeito inibitório resultou da repressão da expressão de proteínas específicas dessa linhagem celular, tendo diminuído a atividade da enzima citosólica G3PDH (glicerol-3-fosfato desidrogenase) e o conteúdo de triglicerídeo intracelular; vide quadro 4 do anexo I. Parece que G3PDH catalisa a conversão de glicerol em triglicerídeo, podendo a sua expressão ser aumentada em várias vezes para a conversão de pré-adipócitos em adipócitos no estado de jejum.

Assim sendo, a enzima G3PDH é o substrato para a síntese de triglicerídeos no tecido adiposo, o que deixa claro a importância da ação inibitória do IGOB131 sobre a sua atividade. A equipe de Oben acredita que esses resultados foram mediados especificamente pela inibição do fator transcricional PPAR? (receptor-gama ativado por proliferadores de peroxisomas) da família de receptores nucleares envolvidos na expressão sequencial de proteínas específicas de adipócitos. PPAR? é predominantemente produzido e secretado pelo tecido adiposo para atuar nos estágios iniciais da diferenciação dos adipócitos, visto que são fatores de transcrição de numerosos genes. Uma hipótese adicional a respeito dos agonistas envolvidos na ação direta em adipócitos é que o PPAR? possua efeitos secundários em tecidos insulinoresponsivos, tais como o muscular esquelético e o hepático. De acordo com Tavares et al (2007), a perda da eficiência do rosiglitazone em reduzir os valores de glicoseem camundongos com severa resistência à insulina, nos quais o tecido adiposo está praticamente ausente, está de acordo com essa afirmação. Desta forma, PPAR? pode ser um importante regulador do metabolismo de carboidratos, lipídeos e sensibilidade à insulina, por meio do qual a Irvingia atuaria, de modo amplo e vantajoso, como adjuvante no tratamento da obesidade, diabetes e doenças relacionadas.

Oben e colegas (2008) de fato registraram uma redução na síntese de leptina pelos adipócitos 3T3-L1 cultivados com o extrato da I. gabonensis. No contexto da resistência orgânica à leptina (como ocorre na obesidade), o acesso dessa proteína ao cérebro é impedido devido à sua ligação com proteína C-reativa. Isto aumenta a sinalização hipotalâmica para a síntese de mais leptina pelo tecido adiposo, elevando consequentemente os seus níveis no soro. A capacidade de a Irvingia diminuir leptina sugere o seu potencial em inibir a adipogênese por meio da regulação do curso dessa proteína que, ganhando acesso ao cérebro, atuaria normalmente na redução da ingestão de alimento e no aumento do gasto calórico. O mesmo estudo ainda mostrou que o extrato da I. gabonensis é capaz de estimular a expressão da adiponectina (figura 3 do anexo II), uma adipocitocina que tem demonstrado propriedade antiaterogênica, antiinflamatória e antidiabética, além de ser um importante modulador da sensibilidade à insulina.

Parece que a adiponectina emergiu há alguns anos como um novo tratamento para a resistência à insulina e o diabetes tipo 2. Também foi sugerido que altos níveis séricos de adiponectina são benéficos à saúde por causa do seu potencial adicional de proteger o organismo contra o desenvolvimento de doenças da artéria coronária. Visto que os níveis de adiponectina são inversamente correlacionados com a percentagem de gordura no corpo, o estudo ainda sugere que o IGOB131 pode auxiliar na perda de peso pelo mecanismo de estimulação do catabolismo de gordura via adiponectina.

Indicações:

Considerando a extensa utilização da Irvingia gabonensis na alimentação dos africanos, os autores citados encorajam o seu uso com o propósito de controlar a absorção de lipídeos da dieta e o peso corporal.

Extrato de Manga Africana é recomendado como adjuvante no tratamento da obesidade, diabetes e doenças relacionadas pois:

- Ajuda no controle da taxa glicêmica e colesterol,
- Tem efeito laxativo,
- Promove saciedade.

Posologia

Recomenda-se a ingestão de uma cápsula de 500mg do Ayslim®. Extrato de Manga Africana duas vezes ao dia, meia hora antes das principais refeições, juntamente com um copo de água.

Advertências

Pacientes com problemas de pressão ou fazendo uso de hiper ou hipotensores, bem como diabéticos e pessoas com problemas glicêmicos devem procurar um médico antes de utilizar esse produto.

Referências:

1. Ngondi, J. L. et al. Glycaemic variations after administration of Irvingia gabonensis seeds fractions in normoglycemic rats. Afr J Trad, Compl Alter Med, 3 (4): 94-101, 2006.
2. Ngondi, J. L.; Oben, J. E.; Minka, S. R. The effect of Irvingia gabonensis seeds on body weight and blood lipids of obese subjects in Cameroon. Lipids Health Dis, 4: 12, 2005.
3. Oben, J. E.; Ngondi, J. L.; Blum, K. Inhibition of Irvingia gabonensis seed extract (OB131) on adipogenesis as mediated via down regulation of the PPARgamma and Leptin genes and up-regulation of the adiponectin gene.

Venda sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico de acordo com a Resolução 585/2013 do Conselho de Farmácia

Manga Africana - I. Gabonensis (Manga Africana) 500mg - 3 Frascos

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