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5. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
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8. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
9. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
10. Este medicamento não deve ser utilizado por menores de 18 anos sem orientação médica.
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O estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário à informação e orientação quanto ao uso dos medicamentos solicitados por acesso remoto" RDC 44 de 17 de agosto de 2009, Artigo 58.

A manipulação de medicamentos controlados só poderá ser dispensada mediante a retenção da receita original e substâncias alopáticas mediante a sua apresentação prescrita por profissional legalmente habilitado, conforme portaria 344/98 e RDC 67/07
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Cactinea 200 mg com Cavalinha 150 mg com Chá Verde 150 mg

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Cactinea 200 mg com Cavalinha 150 mg com Chá Verde 150 mg



CACTINEA: O termo cacto se refere a um grupo de aproximadamente 1600 espécies e 130 gêneros subdivididos em três subfamílias: Pereskioideae, Opuntioideae e Cactoidae. Opuntia fícus-indica é uma das espécies de cactus mais espalhadas mundialmente, encontrada em zonas temperadas, subtropicais, assim como regiões frias. É utilizada principalmente para a produção de frutos, empregado como um vegetal para o consumo humano e também para a alimentação do gado em propriedades rurais. Os frutos da Opuntia ficus-indica são conhecidos como fontes de uma enorme variedade de compostos nutricionais. Dentre as propriedades farmacológicas mais relevantes podemos dar uma atenção especial ao potencial antioxidante.

A presença de ácido ascórbico, carotenóides, glutationa reduzida, cisteína, taurina e flavonóides como a quercetina, kaempferol e betalaínas já foi constatada numa série de estudos científicos. Dentre estes, muitos estudos in vitro tem demonstrado os efeitos dos compostos fenólicos e das betalaínas na neutralização de espécies reativas de oxigênio, como o oxigênio singlete, peróxido de hidrogênio, todas causadoras da peroxidação lipídica. As características anti-hiperlipidêmicas constituem outra propriedade bastante relevante da Opuntia. Evidências científicas sugerem que o fruto do cacto reduz os níveis de colesterol e triglicérides no sangue humano e modifica a composição do LDL. Uma série de outras funções biológicas já foi relatada em trabalhos científicos, tais como efeitos antineoplásicos, antiinflamatórios, antidiabéticos, antivirais, antiulcerosos, antialérgicos. Atividade diurética já foi relatada em estudos realizados com ratos submetidos à alimentação com a infusão dos frutos.

Devido às suas propriedades nutricionais e farmacológicas, o cacto tem ganhado cada vez mais importância no cenário econômico mundial. Já é cultivado numa série de países, como o México, Argentina, Brasil, Tunísia, Itália, Israel e China. Enlatado ou em garrafas de suco, o fruto do Cacto já é exclusivamente encontrado em redes de mercados especializados no México e no sudoeste dos Estados Unidos. Pensando em preservar num único produto as principais propriedades farmacológicas e nutricionais da Opuntia ficus-indica, a empresa Bio Serae Laboratories desenvolveu Cacti-NeaTM, o pó solúvel do fruto deste cacto, designado pra ser incorporado em dietas suplementares, alimentos funcionais e bebidas. Tal nutracêutico apresenta excelentes propriedades antioxidantes e diuréticas, comprovadas através de uma série de estudos in vivo, os quais atestaram a proteção antioxidante e a capacidade de controle de peso proporcionados pelos compostos ativos do cactus.

Propriedades:

- Cacti-NeaTM contribui para a eliminação do excesso de fluidos, sem a perda de minerais, favorecendo o equilíbrio osmótico do organismo, permitindo o controle do ganho de peso;

- Fonte rica em betalaínas biodisponíveis, com um conteúdo de indicaxantina na faixa de 65 a 85% de betalaínas totais. Estas preservam as células do organismo de danos oxidativos e aumentam a concentração de antioxidantes no plasma, como as vitaminas C e E. Os resultados evidenciaram que o consumo de frutos do cacto induziu a um aumento da capacidade antioxidante das células de mais de 50% e reduziu a sensibilidade oxidativa do LDL. Além disso, também se mostrou capaz de aumentar as concentrações plasmáticas de vitamina C e E. As evidências experimentais incluem uma melhora no status oxidativo de LDL e considerável aumento da concentração plasmática dos principais antioxidantes.

O aumento da taxa de GSH/GSSG (razão de glutaniona reduzida/ glutationa oxidada) observada em glóbulos vermelhos indica que a suplementação com frutos do cacto reduz os danos oxidativos. O estudo também mostrou que as moléculas de LDL circulantes foram menos oxidadas após suplementação com o fruto do cacto. Um outro estudo in vivo avaliou a capacidade antioxidante de Cacti-NeaTM mediante a mensuração da taxa globular de glutationa peroxidase, enzima que exerce um papel vital na proteção antioxidante do corpo por catalisar reações de oxidação de radicais livres.

CAVALINHA ou EQUISETUM GIGANTEUM L é um subarbusto ereto, perene, rizomatoso, com haste de cor verde, oca e monopodial, com numerosos ramos que partem dos nós dos verticilos, de textura áspera ao tato pela presença de silício em sua epiderme, de 80 - 160cm de altura. As folhas são verticuladas e reduzidas a pecíolos soldados que formam uma bainha membranácea. A haste fértil tem no ápice uma espiga oblonga e escura que contém grande quantidade de esporos. Multiplica-se tanto por rizomas como por esporos. É nativa de áreas pantanosas de quase todo o Brasil sendo amplamente utilizada na medicina caseira de longa data em toda a América do Sul, inclusiva no Brasil especialmente nas regiões sul e sudeste, sendo praticamente desconhecida do nordeste. A Cavalinha apresenta ação adstringente, diurética e estíptica, sendo empregada também para o tratamento da gonorréia, diarréias e infecções dos rins e bexiga e, na forma de tintura em uso interno e externo, para estimular a consolidação de fraturas ósseas. Para uso como diurético, e tratamento das afecções dos rins e da bexiga, contra hemorragias nasais, anemia, para calcificação de fraturas, bem como para eliminar o acido úrico.

Na composição química dessa espécie e de outras tem sido registrado a presença dos alcalóides piridinicos, nicotina e palustrina, dos flavonóides glicosilados da apigenina, quercetina e do campferol e de vários derivados do ácido clorogênico, cafêico e tartárico. O amplo emprego dessa planta nas práticas caseira da medicina popular e na indústria de fitoterápicos é motivo suficiente para sua escolha como tema de estudos químicos, farmacológicos e clínicos, inclusive teses, visando completar sua validação como medicamento eficaz e seguro. A cavalinha é obtida dos caules aéreas de Equisetum arvensi (Equisetaceae) A cavalinha contem princípios ativos, sais minerais, acido silícicos, ácido aquisético, ácido málico, ácido oxálico, ácido ascórbico acilglicérideos de ácido esteárico, oléico, linoleico e linolenico. Alcalóides (piridinicos, nicotina e palustrina), flavonóides glicosilados da apigenina, quercetina, isoquercetrina, equissetrina e galuteolina e canferol, e derivados do ácido clorogênico, cafêico e tartárico, esteroides (beta-sitosterol, campestrol, isofucosterol e colesterol, vitamina C e minerais (Ca, Mg, Na, F, Mn, S, P, Cl K, etc.) Também se constatou a presença da tiaminase, uma enzima que acelera a destruição da tiamina também chamada de vitamina B1 ou aneurina.

CHÁ VERDE é feito a partir das folhas de Camellia Sinensis, as mesmas folhas das quais são feitos o Chá Preto e o Branco. Para a elaboração do Chá Verde, é preciso que as folhas sejam colhidas ainda quando jovens, antes mesmo de estarem completamente desenvolvidas. Em seguida elas entram em um processo de secagem e são enroladas ainda quentes. Nos últimos 30 anos, diversos estudos têm comprovado os benefícios que o Chá Verde pode proporcionar a pessoas com os mais variados problemas de saúde. O chá é rico em Flavonóides, que evitam o temido entupimento de veias. Além disso, ele melhora os níveis de colesterol, aumentando o HDL (bom colesterol) e diminuindo o LDL (mau colesterol). Ele age como estimulante no sistema nervoso central, inibindo ainda o sono e reduzindo a sensação de fadiga. Outros estudos têm evidenciado também a capacidade que o chá tem de prevenir o câncer já que seus bioflavonóides e catequinas bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores. O chá é também um poderoso antioxidante, ou seja, retarda o processo de envelhecimento da pele.

Mas o que mais faz com que as pessoas recorram a ele é sua propriedade emagrecedora. O chá acelera o metabolismo e ajuda a queimar gordura corporal. Um estudo realizado na Suíça com três grupos de pessoas que seguiram a mesma dieta apontou que o grupo que utilizou o Chá Verde teve aumento de 4% na velocidade da combustão das calorias do organismo e de 5% na queima de calorias em relação aos outros dois grupos estudados. Alguns pesquisadores também atribuem ao Chá Verde o baixo índice de infarto em países do Oriente. Com tantos estudos e comprovações científicas, o Chá Verde passou a fazer parte de forma indispensável nas dietas de pessoas por todo o mundo. Os benefícios do chá conquistaram até mesmo quem não acreditava na eficácia dos produtos naturais.

Indicação:

- Diurética;
- Elimina substâncias tóxicas;
- Tem ação antiinflamatória;
- Auxilia no tratamento de infecções moderadas do trato urinário;
- Auxilia no tratamento de problemas respiratórios, reumáticos e cardiovasculares.
- Auxilia nos regimes de emagrecimento
- Ajuda a queimar gorduras- efeito termogênico
- Ajuda a eliminar as toxinas do organismo
- Combate ansiedade
- Antioxidante
- Melhora o aspecto da pele
- Antienvelhecimento

Referências:

Literatura do Fabricante – Bio Serae/França
L.Tresoriere, et al. Absorption, excretion and distribution of dietary antioxidant
betalains in LDLs:potential health effects of betalains in human American Society for Clinical Nutrition 2004
WALLACE, R.S.; GIBSON, A.C. Evolution and systematics. In: Cacti: Biology and
Uses. Eds: Nobel PS, University of California Press Berkeley-Los Angeles-London, p.1-21, 2002. STINTZING, F.C.; CARLE, R. Cactus stems (Opuntia spp.): A review on their chemistry, technology, and uses. Mol Nutr Food Res v.49, p.175-194, 2005.
SÁENZ, C. Food Manufacture and by-products. In: Agroecology, cultivation and uses of cactus pear. Eds: BARBERA G.; INGLESE P.; PIMIENTA-BARRIOS, E. FAO
Plant Product and Protection Paper, Rome v.132, p.137–143, p.1995.
STINTZING F.C.; SCHIEBER, A.; CARLE, R. Phytochemical and nutritional significance of cactus pear. Eur Food Res Technol v.212, p.396-407, 2001.
FEUGANG, J.M.; KONARSKI, P.; ZOU, D.; STINZING, F.C.; ZOU, C. Nutritional and medicinal use of Cactus pear (Opuntia spp.) cladodes and fruits. Frontiers in Bioscience, v.11, p.2574-2589, set.2006.

Cactinea 200 mg com Cavalinha 150 mg com Chá Verde 150 mg

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